Insônia, apesar de uma parcela da população não dar a devida atenção, pode ser sinônimo de Perigo e uma realidade prejudicial à saúde, além de ser normal quem sofre com essa condição ter distúrbios do sono.
Se você apresenta esse tipo de quadro e não sabe como tratá-lo adequadamente, não hesite em buscar ajuda médica especializada. Ou se deseja aproveitar e saber Quando se Torna um Perigo, continue a leitura.
Em algum momento você já teve ou vai ter ao menos uma experiência de insônia ao longo da vida, uma vez que é um sintoma considerado comum na sociedade. Mas quando se torna um perigo?
A insônia trata-se de um distúrbio do sono persistente que vai além da dificuldade para dormir e capaz de comprometer a qualidade de vida e o bem-estar de qualquer pessoa, afetando significativamente as saúdes física e mental, especialmente por falta de tratamento adequado.
As estatísticas apontam que a insônia atinge cerca de 10% da população total, mas isso não significa que as pessoas acometidas saibam exatamente qual é o tipo que apresentam, porque existem diversos graus, uma vez que nem todos têm sempre extrema dificuldade para dormir.
Logo, determinados casos podem ser mais leves e espaçados, por exemplo, o que justifica a necessidade de classificar o grau da insônia de cada paciente, de modo que seja possível igualmente diagnosticar quando evolui ou não para perigoso.
Diante disso, é possível citar que a insônia se torna um perigo quando está relacionada com quadros de ansiedade, deficiência imunológica, depressão, estresse, problemas hormonais, entre outras condições médicas capazes de desencadear a dificuldade para dormir ou se manter dormindo, especialmente se for crônico.
A insônia é caracterizada pela demora de 30 minutos ou mais para dormir a contar do momento em que alguém realmente se deita. Além de ser definida pela duração inferior a 6h de sono total por noite, mesmo que durma bem, resultando em um descanso insuficiente para o corpo.
Do mesmo modo que também acontece quando a pessoa acorda muito cedo ou inesperadamente antes do desejado, ou seja, contra sua vontade. Assim como é conhecida pelo ato de acordar diversas vezes durante a noite, o que acaba comprometendo a qualidade do sono.
Sendo assim, caso alguém apresente um ou mais desses sintomas em três dias da semana, por três meses ou mais, significa que têm um quadro de insônia crônica, um dos graus considerados mais graves e perigosos. Mas se o período é inferior a esse tempo, nomeamos como insônia aguda.
Há pessoas que dormem insuficientemente por necessidade, uma vez que a rotina impede que tenham tempo suficiente para realizar todas as suas tarefas, por isso, dormir tende a ser considerado uma perda de tempo por algumas delas, fazendo com que priorizem outras atividades diante de tal cenário.
Essa correria diária é um dos principais motivos pelos quais a sociedade moderna é tão afetada pela insônia e a demanda de produção cresceu ao longo dos anos, impactando o cotidiano e prejudicando até a saúde mental da população.
Além disso, esse processo é capaz de gerar impactos no corpo, tais como:
Apesar da variedade de características por tipos e mesmo que existam sinais específicos da insônia, pode ser difícil reconhecer os seus sinais, logo, é fundamental manter um diário do sono, anotando quantas horas dormiu, tempo estimado para pegar no sono, quantidade de vezes que acordou, presença ou não de interferência externa, entre outras informações que podem ser consideradas úteis para futura análise.
Além disso, o profissional responsável por confirmar ou não o diagnóstico de insônia pode orientar que responda um questionário autoaplicável de insônia (Escala de Insônia de Atenas), que aponta a classificação do grau dos pacientes, e também orientar sobre as mudanças ou manutenções de hábitos que podem estar contribuindo para o caso de insônia, priorizando a higiene do sono, por exemplo.
Desta forma, o médico especialista em Neurologia, principalmente em Distúrbios do Sono, consegue ter um detalhamento do quadro e entender melhor o que pode estar acontecendo para conseguir cuidar do seu caso por meio das opções de tratamento que melhor se enquadram no diagnóstico de Insônia, envolvendo ou não um Perigo.
Artigo Publicado em: 24 de jan de 2019 e Atualizado em: 18 de março de 2025
A insônia caracteriza-se pela dificuldade em adormecer, em permanecer dormindo (manutenção do sono) ou não conseguir ter um sono reparador. Esta condição é caracterizada com base em sua duração, e pode ser classificada em aguda ou crônica, e em primária ou secundária. A insônia é muito impactante para diversas funções do organismo, e seu tratamento pode incluir componentes comportamentais e psicológicos.
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