A Dor Neuropática pode ser causada por uma lesão ou disfunção do sistema nervoso central, periférico ou por trauma.
Os pacientes são heterogêneos e apresentam uma variedade de sinais e sintomas sensoriais relacionados à dor 1,2.
Em alguns pacientes, a lesão nervosa desencadeia alterações nos neurônios nociceptivos (neurônios receptores de estímulos agressivos), tornando-os hipersensíveis, desenvolvendo atividade espontânea patológica (podendo ocas
Quando sofremos uma lesão ou doença que afeta o sistema sensorial, os nervos não enviam a informação sensitiva corretamente para o cérebro. Isso leva a sensações de dormência ou falta de sensibilidade.
No entanto, em alguns casos, os pacientes sentem dor na região afetada. A Dor Neuropática não inicia abruptamente ou resolve-se rapidamente. É uma condição crônica que leva a sintomas persistentes de dor.
Para muitos pacientes, a intensidade dos sintomas pode variar durante o dia.
A dor neuropática apesar de ser associada a disfunção de nervos periféricos, como neuropatia causada por diabetes ou estenose espinhal, danos ao sistema nervoso central também podem levar à dor neuropática crônica1.
A dor neuropática surge como consequência de lesões que ocorrem nos nervos, na medula ou no próprio cérebro.
O problema é constante e afeta de diversas maneiras o dia-a-dia das pessoas que sofrem com ele, sendo tão debilitante que faz com que a pessoa sinta diferentes sensações, como formigamentos ou queimações, além de causar dificuldades para responder aos tratamentos.
Existem diversas razões para o desenvolvimento de dor neuropática em pacientes.
No entanto, a nível celular, uma explicação é que o aumento da liberação de certos neurotransmissores que sinalizam dolorimento combinados com a habilidade prejudicada dos nervos para regular esses sinais, leva à sensação dolorosa proveniente da região afetada 1,2.
Além disso, na medula espinhal, a área que interpreta sinais de dores é reorganizada, com mudanças correspondentes em neurotransmissores e perda de órgãos celulares que funcionam normalmente; essas alterações resultam na percepção dolorosa mesmo na ausência de estimulação externa.
No cérebro, a habilidade de bloquear a dor pode se perder em uma lesão como no AVC ou trauma. Com o tempo, ocorrem mais danos celulares e a sensação dolorosa persiste.
Para um tratamento adequado da dor neuropática procure um neurologista de sua confiança e uma equipe multidisciplinar.
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